Um blog para compartilhar sentimentos ...para pais e mães, que como eu, veem suas crias criarem asas e voar... e para os irmãos e irmãs que ficam...sonhando, planejando e aguardando chegar a sua vez de bater as asas ...
domingo, 29 de abril de 2012
UM SÓ FINAL DE SEMANA E DUAS EMOÇÕES
sábado, 14 de abril de 2012
QUANDO OS SONHOS SE TORNAM REALIDADE
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| TORONTO - CANADÁ |
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| FIORDES NORUEGUESES |
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| FOTO ESPECIAL COM O BIG BEN |
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| REALIZAÇÃO DO SONHO DO PAI E DA MÃE |
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| REALIZAÇÃO DO SONHO SEM INTERMEDIÁRIOS |
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| MAIS UM SONHO REALIZADO: ATRAVESSAR A FAIXA MAIS FAMOSA DO MUNDO |
O ninho ficou vazio. Não é fácil viver esta experiência que sempre chega para toda mãe, todo pai, de uma forma ou de outra. Mas qual o pai ou qual a mãe que não sonha em ter a família toda por perto, para abraçar sempre que tiver vontade? Para sentir o cheiro, o calor de sua cria? Para cuidar quando estiver doente, consolar quando estiver triste ou gargalhar juntos nas horas de alegria? Ou ver os netos correndo pela casa, fazer-lhes as vontades, enchê-los de dengo e manha? Em mais algumas (longas) semanas a caçulinha volta. O seu próximo sonho ainda será realizado por aqui.
O futuro? Nem quero pensar nele e nos sonhos que ele trará. Também eu tenho os meus próprios sonhos. Deixar de sonhar é se entregar à dura realidade da vida e perder a esperança em nossa própria capacidade de mudar e transformar o que não está bom. Como dizia Dom Helder “Sonho que a gente sonha sozinho é só um sonhos. Sonho que a gente sonha juntos é o começo da realidade”. Continuemos pois, cada um de nós a sonhar. Quem sabe, um deles não coincide sendo o mesmo para muitos e se torna realidade?
sábado, 7 de abril de 2012
FAMÍLIA: REGRAS
sexta-feira, 6 de abril de 2012
QUANDO FEVEREIRO CHEGAR ...
...“Saudade já não mata a gente”... diz a musica cantada por Geraldo Azevedo. Mas, fevereiro chegou e a saudade continuou, danada de doída, apertando o coração e dando nó na garganta, como se nenhum dia tivesse se passado, desde o final de janeiro, quando o ninho que estava cheio, voltou a ficar mais vazio, quando dois pares de asas bateram novamente e voaram pra longe.
domingo, 25 de dezembro de 2011
O MELHOR DA FESTA NÃO É ESPERAR POR ELA
Sempre curti o Natal e a espera dele. Desde pequena, dezembro era para mim um mês mágico. Comemorar o Natal sempre foi, digamos, o ponto alto do ano para mim. Enquanto algumas pessoas sentem tristeza com a chegada do final do ano, eu sinto sempre uma imensa alegria.
E, agora, esperar pelo natal tem um novo significado para mim, o que torna o mês de dezembro ainda mais especial. Porque o Natal traz para casa todos os corações e a família fica novamente reunida.
Esperar pela festa não é mais o melhor. O melhor mesmo PE a chegada da festa. Ir ao aeroporto pegar as minhas filhas que não via há um ano uma e quase dois anos a outra, foi o melhor programa deste final de semana. Como aeroporto é bom na hora da chegada!
Como é bom abraçar cada uma, encher de beijos, apertar as bochechas e ver minhas três princesas dormindo juntas outra vez, no quarto que sempre será delas.
Como esperei pelo momento vivido hoje à tarde: os cinco cantando “Believe”, acompanhando Savatage, como nos velhos tempos. Isto por acaso tem preço? Nem um mastecard sem limite poderia pagar por isso.
É claro que o meu maior presente de natal foi ter a família reunida. Mas outros três presentes, organizados com cuidado e carinho por elas três, se juntou ao rol daquilo que não tem preço: um calendário com fotos da família e datas de aniversário marcadas, um livro com nossas fotos no show de Paul McCartney e um outro com frases maravilhosas sobre família e fotos, muitas e lindas fotos.
Perceber a importância da família na vida dos filhos também não tem preço.
O melhor da festa é aproveitar cada minuto dela, com intensidade e alegria para que, quando a festa acabe, as lembranças dos bons momentos vividos nos alimentem para termos forças para esperar para passar mais um não esperamos pela próxima festa.
domingo, 11 de dezembro de 2011
DEFINIÇÃO DE FILHO
"Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem.
Isto mesmo ! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado. Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo". José Saramago
Este texto me foi enviado por Bruno, um grande amigo e, confesso que tocou bem fundo. Lá dentro onde os sentimentos se escondem para não serem perturbados em sua silenciosa dor, que abafam, escondem, para que ninguém a tire deles.
Porque os sentimentos são assim mesmo, estranhos, esquisitos. Sentem vergonha de se mostrar. Talvez seja porque, desde muito pequenos, quando ainda em formação, ouviam vozes exteriores dizendo para se recolherem, engolirem o choro ou até mesmo moderarem o riso, em situações de extrema alegria.
Como ter esta clareza, esta maturidade, que os filhos não nos pertencem? Como explicar isso a estes tais sentimentos, às vezes de posse, às vezes domínio ou às vezes de pura cumplicidade?
Como abrir o coração e falar pra ele: olha, aquelas pessoinhas que nos foram confiadas e que, antes mesmo de nascer, nos apaixonamos por elas, não são nossas não viu? São apenas emprestadas?
Como dizer pro nosso útero, abrigo primeiro destas pessoinhas, que foi apenas uma etapa e que, tal como a casca de um ovo ou um casulo, foi o berço de uma fantástica transformação de uma vida, testemunha do milagre da vida.
“Nossos filhos não são nossos filhos, são os filhos do amanhã”, diz Gibran, em O Profeta. Mas não poderiam ser os filhos do amanhã e, mesmo assim, continuarem nossos?
Como cortar, outra vez o cordão umbelical, desta vez da afetividade e deixar os filhos partirem em busca de si mesmos? Como se expor a dor de abrir a porta do coração e deixá-los partir para alçar seu próprio voo?
É preciso que seja assim. É preciso que tenhamos a consciência que, ao acolhermos os filhos em nossos corações, estamos assumindo a maior missão de nossas vidas: a de transformar pequenos seres em grandes seres humanos.
E, quando os vemos crescidos e senhores de si, prontos para construir o seu próprio caminho, sentimos um nós na garganta por não nos acháramos mais assim tão importantes em suas vidas.
Mas, basta um gesto deles, uma palavra, um carinho, pra percebermos se cumprimos bem ou não a nossa missão.
E, quando de repente, nos pedem um conselho, nos descrevem sua saudade ou nos dão, do nada, uma abraço apertado a gente se pergunta: Eles não são nossos? Quem disse que não?
domingo, 6 de novembro de 2011
OS CORAÇÕES SE REÚNEM NO NATAL
Sempre que vai chegando o final do ano, a cidade vai se enchendo, cada vez mais cedo, do clima de natal. Bolas coloridas enfeitam as árvores, luzes piscam nas varandas e nas lojas, os símbolos natalinos enchem as vitrines e os corredores de cores, dando um ar de magia e encantamento para quem chega.
Aqui em casa, este ano, resolvemos enfeitar a casa mais cedo. Por que deixar para ornamentar só em dezembro? Então hoje, dia 06 de novembro, foi a data escolhida para retirar as caixas do armário e, pelo menos, passarmos dois meses com a decoração.
Se o Natal sempre foi para mim a festa mais especial do ano, agora se tornou mais especial ainda. Porque é a época em que a família se encontra, depois de um ano inteiro de saudade. Se bem que, no caso da minha filha mais velha, são quase dois anos sem nos vermos.
Ontem à noite, falando com ela ao telefone ela me disse que havia comprado um enfeite de natal para mim que achou a minha cara. Nele está escrito que “todos os corações se reúnem no natal. E, é por isso que celebrar o natal está cada vez mais importante para mim, pois, nada é mais importante do que a família.
Então, à tardinha, eu e a caçula descemos as caixas de enfeites e fomos decorar a sala, ao som do disco de natal de Simone. Desde que ela era bem pequena que temos esta “tradição”: de armar a árvore e colocar os enfeites de natal ouvindo Simone.
A gente canta, dança e deixa que o espírito do natal nos invada, semeando sementes de alegria e festa.
Desde 2008 que fazer isso ficou desfalcado. Desde então, com duas filhas fora, só ficamos eu e a caçula para ornamentar a casa.
Mas, apesar da saudade nesta hora, apesar da lembrança dos entes queridos que não vão mais estar conosco no Natal, ainda assim, damos permissão para a alegria nos contagiar e nos encher da esperança da renovação, do renascimento.
Nem todos os corações que amo estarão reunidos, pelo menos fisicamente, neste natal. Mas, os que estiverem juntos, reforçarão a minha crença de que, só o amor que une uma família pode nos fazer fortes para enfrentar o mundo e, de mãos dadas, sonhar e construir um futuro melhor.
domingo, 23 de outubro de 2011
MÃE: PROTETORA OU OPRESSORA?
Pois é, mãe é mãe em qualquer espécie, racional ou não. Mãe quer proteger a cria, apertar nos braços e não deixar que o mundo lhe faça nenhum mal.
Quer entrar nos pesadelos dos filhos e botar pra correr os monstros que os assombram. Se felicidade, amor e alegria se vendessem, as mães comprariam um estoque enorme para que nunca faltasse aos seus rebentos um segundo sequer.
Mas não se vendem, não se encontram ao virar a esquina, nem se pode colher de nenhuma árvore.
E aí as mães viram essas feras enlouquecidas, querendo fazer milagre, contanto que os filhos não sofram.
Como a mamãe do vídeo, se pudéssemos, abraçaríamos nossos filhos sempre que estivessem tristes, angustiados, sofrendo e, com esse abraço, faríamos com que toda a dor desaparecesse, fosse física, fosse sentimental.
Tenho certeza que todo mundo que assistiu a esse vídeo se encheu de ternura, talvez até com lágrimas nos olhos, tenham achado lindo o aconchego de mãe e filho.
Mas daí, a pergunta: porque no dia a dia, as mães humanas nem sempre são vistas por seus filhos com bons olhos? Por que alguns filhos se apavoram com a presença da mãe entre seus amigos?
Não sou nenhuma especialista em mãe ou em comportamento materno. Tenho três filhas que, ao lado de meu marido, eduquei da forma que julguei correta. Afinal, nenhuma das três veio com manual de instruções. Então, só nos coube agir de acordo com a nossa formação e a nossa perspectiva diante da vida.
Mas, me atrevo a arriscar um comentário despretensioso. Porque não quero e nem sou dona da verdade.
Pois bem, acho que existe uma linha muito tênue, que é o limite entre o carinho, o cuidado, a proteção e a opressão. Podemos ser mães amorosas, cuidadosas, carinhosas, sem, no entanto, sufocar nossos filhos. Podemos lhe entregar o agasalho por achar que vai esfriar, sem cometer o exagero de que ele use cachecol e luvas em pleno inverno nordestino, por exemplo.
“Nossos filhos não são nossos filhos, são os filhos do amanhã”, já dizia Gibran. Por isso, não podemos criá-los como se fossem nossa propriedade, porque não são.
Por isso precisamos saber a medida exata entre a hora de puxar pra junto e aconchegar e a hora de levá-los até a porta e desejar-lhes felicidades em seu voo solo.
Querer saber notícias, como andam as coisas, isso é saudável e natural. Eu mesma quero estar sempre por dentro da vida das minhas filhas, participar de suas conquistas, tristezas e alegrias.
Mas, não posse atravessar a linha que invade a privacidade delas para dar aqueles pitacos que a gente acha que são a salvação da pátria. Podem até ser. Mas não temos o direito de querer que nossos filhos tomem as decisões que queremos e não a que eles querem.
Por isso, ao ver aquela mamãe gata tão protetora com seu filhote, lembrei que ela o protegerá até o momento que for preciso. QUadno chegar a hora dele ir embora, ela o deixará partir tranquilamente, pois sabe que ele precisa construir a sua própria vida.
Protetora? Sim, sempre. Opressora, jamais.
sábado, 1 de outubro de 2011
REPÚBLICA DO BOLO DE ROLO
Hoje farei uma postagem diferente, publicando um texto de outra pessoa. O texto, muito bom, fala de alguns dos inúmeros motivos pelos quais os pernambucanos se sentem orgulhosos de sua terra natal. Vamos então dar uma lida neste gostoso texto:
REPÚBLICA DO BOLO DE ROLO
Nada de efeitos do PIB, acordos nucleares fechados na China ou as trapalhadas dos políticos para fixar o salário mínimo em R$ 260.
Hoje vou tratar da mania de grandeza. Piadinha que circula na Internet acusa os pernambucanos de serem os mais megalomaníacos dos brasileiros e estarem no topo de um tal de IGPM (Índice Geral de Pouca Modéstia).
Ah, a primeira sinagoga da América Latina fica no Recife.
Vá lá: Somos os primeiros também em campeonatos que não orgulham ninguém. Recife lidera o desemprego no país e abriga o maior polígono de maconha do mundo.
Ana Dubeux – Reportagem publicada no Correio Braziliense em 30.05.2004
Saudações Pernambucanas!!!
E aí, sete anos depois, peço licença a Ana, para acrescentar só mais umas coisinhas que justificam o nosso ORGULHO EM SER PERNAMBUCANO.
Por exemplo, atualmente, Pernambuco é o estado que mais cresce no Brasil. O crescimeno de seu PIB foi maior que o do País.
Nossa cozinha é rica em pratos típicos como o nosso famoso bolo de rolo. QUem come uma fatia, se apixona e nunca mais deixa de querer comer.
Nossas frutas são muito saborosas. A nossa pitomba é uma delícia à parte.
Você já viram em outro estado do Brasil as pessoas vestiram "literalmente" a camisa de onde nasceu? Aqui, além de tudo que Ana fala em seu texto, ainda vestimos a bandeira do estado, mesmo morando aqui. Porque pernambucano pra sentir orgulho de sua terra não precisa morar fora não.
Nossa cozinha junina é tão saborosa que é impossível se pensar em dieta diante de uma canjica molinha, uma pamonha cremosa ou um pé de moloque ligadinho.
E o frevo heim? Como é linda e difícil a sua coreografia. Não é pra qualque rum não!
Que nos desculpem os demais compatriotas, mas, nascer em pernambuco é realemnte um privilégio.










